Bancos oficiais debatem modelos de financiamento

Ninguém ficou sabendo, mas a gente divulga. E é boa noticia!

Bancos oficiais debatem modelos de financiamento com produtores culturais

A Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, em conjunto com a Fundação Nacional de Artes, organizou um encontro de executivos do Banco do Brasil, do BNDES e da Caixa Econômica Federal com produtores culturais, para apresentação dos produtos de crédito para a Cultura oferecidos pelos bancos oficiais.

A reunião ocorreu nessa segunda-feira, 21 de setembro, na Sede da Funarte, no Rio de Janeiro, e também contou com a participação de diretores do Sebrae. Na ocasião, discutiu-se a viabilização de parcerias entre as entidades presentes, de forma a corresponder a todo o potencial da Economia da Cultura, que representa 5% do PIB nacional.

O encontro cumpriu a segunda etapa de um projeto que a Sefic/MinC iniciou em agosto deste ano, realizando o 1° Encontro de Integração MinC – Bancos Oficiais, no qual houve troca de experiências e ideias para fomento da Economia da Cultura. O resultado da iniciativa foi discutido diretamente com os produtores do setor que, relatando as dificuldades e anseios mais comuns às áreas em que atuam, evidenciaram a necessidade de adequação dos produtos de crédito existentes.

Os executivos das instituições financeiras, mostrando-se favoráveis a esta adequação, manifestaram o interesse que têm de customizar seus produtos aos segmentos da cultura. Atualmente, os bancos oficiais têm mais de R$ 5 bilhões para disponibilizar em linhas de crédito e microcrédito para o setor cultural. Para o presidente da Funarte, Sérgio Mamberti, tão importante quanto o aporte de recursos é a execução das políticas públicas para o setor, que é o papel do MinC.

Mais Festival de Apartamento (BH)

E se a moda pegar???  ; )

PERPENDICULAR é uma mostra de ações para apartamento. Acontece no meu ap, que é ao lado e perpendicular à Galeria de arte da Copasa, bairro Santo Antônio.

Dia 24 tem abertura de uma exposição na copasa – suspensa/suspensos. E durante a abertura, a PERPENDICULAR aqui em casa. Uma possibilidade de intervir no espaço instituído da arte, tão fraco aqui em BH.
Temos algumas manifestações e lugares importantes e artistas conhecidos na cidade, mas em geral as galerias locais se resumem a repetir o mesmo ou valorizar somente formas tradicionais de arte.

Na galeria da copasa a performance é proibida. Eles abrem edital e não aceitam essa manifestação de arte.

Criaremos um percurso novo, entre a galeria e meu ap, ativando o deslocamento espaço publico/privado. A perpendicular é um acontecimento que dura o tempo da abertura da expo na copasa. E também é só ações/performances…

Participam da PERPENDICULAR:

artistas participantes_ E. Mendes – Fernando Ferreira- Gabriela Carvalho- Marco Paulo Rolla- MuroseFundos -Paulo Nazareth -Raquel Versieux- Regina Ganz -Renata Lacerda -Wagner Rossi

Realização: Wagner Rossi
Colaboração: Clarice Lacerda _ Daniella de Moura _ Marco Antonio Mota _ Camila Michelini _ Raquel Versieux.

PERPENDICULAR | ações para apartamento.
corpos perpendiculares são corpos concorrentes que se cruzam num ponto formando entre si ângulos rectos.
24 de setembro de 2009 | 19h rua antônio dias, 15 / 01 – santo antônio [ perpendicular à rua mar de espanha_galeria de arte da copasa]

PERPENDICULAR é em Belo Horizonte, Brasil.
PERPENDICULAR é uma mostra de ações para apartamento.
PERPENDICULAR dialoga com o espaço instituído da arte.
PERPENDICULAR aconteçe durante a abertura da exposição suspensa/suspensos, na galeria de arte da copasa.
PERPENDICULAR é um projeto colaborativo que conta com a participação de artistas de BH.
PERPENDICULAR é um desejo de criar espaços alternativos de expressão artística.

grande abraço,

Wagner Rossi

www.linhaesegmento.blogspot.com

http://perpendicularap.blogspot.com

Workshop de Curadoria e Crítica no MAC Niterói

O MAC Niterói lança em conjunto com os curadores e críticos Daniela Labra e Felipe Scovino esta iniciativa  inédita (ainda!) no Rio.

Os interessados devem procurar a administração do MAC (21-2620 2400) e fazer inscrição mediante carta de interesse.

Início:  19 de Outubro

Horário: das 10h às 13h

Vagas limitadas.

imagem workshop

Olheiro da Arte

A pedidos, divulgamos…

Estão abertas as inscrições para a terceira fase do maior concurso de arte contemporânea direcionado a estudantes

Olheiro da Arte vai premiar os finalistas com mostra coletiva no Centro Cultural da Justiça Eleitoral, no Rio de Janeiro

Apresentar a produção de arte contemporânea no Brasil e revelar novos talentos é o desafio do projeto Olheiro da Arte, uma iniciativa do Centro Cultural da Justiça Eleitoral em parceria com a Fundação Padre Anchieta. Com curadoria de Fernando Cocchiarale – crítico de arte e professor de Filosofia da Arte da PUC-RJ -, a terceira fase do concurso está com inscrições gratuitas abertas para estudantes de arte de todo o país.

Podem participar tanto universitários como alunos de cursos livres nas categorias pintura, desenho, gravura, ilustração, escultura, instalação, vídeo arte, fotografia, entre outras expressões artísticas, brasileiro ou estrangeiro que more no Brasil há mais de três anos. Não é necessário ter realizado exposição anterior.

A inscrição para esta etapa pode ser feita no site do projeto www.olheirodaarte.com.br até 25 de setembro. No endereço também é possível conferir o regulamento e outras informações sobre o concurso. A cada fase, o curador Fernando Cocchiarale escolhe 20 obras de arte. Elas ficam disponíveis em uma galeria digital no site do projeto para que internautas e críticos, além de apreciar a diversidade dos trabalhos, possam votar nas obras preferidas e ajudar a eleger os três melhores do mês.

Olheiro da Arte vai repetir o mesmo processo seletivo mês a mês, até dezembro. Ao final, as 18 obras escolhidas passam por uma nova triagem feita pelo curador oficial do projeto. Como prêmio, os finalistas participarão de uma mostra coletiva no Centro Cultural da Justiça Eleitoral, no Rio de Janeiro no primeiro trimestre de 2010.

Mais informações:
olheirodarte@tvcultura.com.br

Ricardo Villa

Alguns trabalhos do jovem artista paulistano estão expostos no Kreatori (Rua Alice 209, RJ). Villa dedica-se à fotografia e atualmente vem experimentando o desenho, com uma linguagem extremamente urbana e jovem.  Até 18 de outubro, com entrada franca.

ricardo villa

+ imagens em  http://www.flickr.com/photos/superficie_limite/page4/

“HU” – o documentário

Lançamento do documentário “HU”,  de Joana Traub Csekö em parceria com o cineasta Pedro Urano.

Será na quinta-feira próxima, dia 3 de setembro, às 21h30, no Unibanco Artplex (Praia de Botafogo, 316, Rio de Janeiro).

Após a sessão haverá um debate com Roberto Segre, arquiteto e pesquisador da FAU-UFRJ; Consuelo Lins, documentarista e pesquisadora da ECO-UFRJ; e Rosângela Rennó, artista visual.

Mais informações sobre o filme em  http://www.enigmahu.blogspot.com

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RECIBO # 4 – publicação de artes visuais

Traplev Agenciamentos Apresenta:

Lançamento do quarto volume de

RECIBO    (((publicação de artes visuais)))

24 de agosto segunda feira ás 19h
Fundação Cultura Badesc – Florianópolis, SC – Brasil

Recibo é uma publicação que surgiu em Florianópolis em 2002, editada por Roberto Moreira Junior, que agencia projetos e ações relacionadas à crítica e às práticas artísticas de circulação e dispersão de idéias.

O projeto de recibo se propõe como um meio impresso para publicar imagens, textos, audio, projetos e idéias para circular e evidenciar desdobramentos da produção artística de Santa Catarina e de outras regiões do Brasil. A partir desta edição de recibo, se propõe a cada novo volume editado, uma colaboração de artistas latinos, quer seja através de textos, ou mesmo dossiês de imagens e trabalhos. Neste sentido de intercâmbio que traduzimos dois textos neste edição para o português: “Curadores Salvajes” de Lucas Ospina (do espanhol) e o texto sobre o espaço de arte Montgomery de Berlim (do alemão).

O quarto volume chamado recibo07+9, começou a ser produzido em 2007 e ficou sem ser finalizado até meados de maio de 2009, quando se retomou a produção/edição, na ocasião do 3° Ciclo de Discussão sobre Práticas Artísticas e através da parceria com o Museu Hassis e a Fundação Cultural Badesc de Florianópolis possibilitou-se a impressão de uma centena de exemplares.

Recibo todavia carece de recursos para viabilizar sua edição com certa periodicidade. Cada recibo é pensado independentemente com número de exemplares distintos. Os três volumes já lançados tiveram desde 50 até 2000 exemplares distribuídos em algumas regiões do Brasil, assim como também em Buenos Aires na Argentina e Caracas na Venezuela.

Participam deste quarto volume: o espaço de exposição Montgomery (coordenado pelas artistas Julia Pffeifer e Roseline Rannoch), os artistas Wilhelm Hein, Annette Frick e Setareh Shahbazi (Berlim), os artistas Lucas Ospina (Bogotá), Aline Dias (Florianópolis), Newton Goto, Charles Kitzke (Curitiba), Ducha (Rio de Janeiro), Erro Grupo (Florianópolis) e a pesquisadora Ana Lucia Vilela (Florianópolis). A artista Julia Amaral (Florianópolis), participa desde as últimas edições no conselho editorial e revisão de recibo.

Para informações depois do lançamento, sobre distribuição: recibo0@gmail.com
http://traplev.multiply.com

Formato: 30 páginas tamanho A4 , preto e branco.

Quanto: no lançamento gratuito, depois R$ 5,00 (cinco reais).

http://circuitoscompartilhados.org

GOTO -  artista/ pensador/ etc – escreveu:

Caros amigos,

Divulgo aqui um site experimental do projeto Circuitos Compartilhados, contendo 20 títulos em vídeo dos 225 que no momento constituem o acervo do projeto, além de algumas outras informações.

Para breve, a idéia é subir tudo o que for possível com licença livre de exibição e em servidor hospedado no Brasil, com apoio de pesquisadores das comunidades de software livre. Subir textos, imagens, videos…

Segue endereço:
http://circuitoscompartilhados.org/wp

Grande abraço!
Goto
http://newtongoto.wordpress.com

O disco de vinil vai bombar no Brasil

“O disco de vinil vai bombar no Brasil”.

A previsão é de João Augusto, novo dono da Polysom, única fábrica de LPs da América Latina. Localizada em Belford Roxo, no Rio de Janeiro, ela ficou desativada até ser comprada pelo presidente da Deckdisc, no início deste ano. Prestes a voltar a funcionar, a empresa não tem vínculos com a gravadora e deve produzir 40 mil peças por mês, segundo ele contou ao G1.

“A Polysom é uma companhia inteiramente independente que vai atender a todas as gravadoras. A Deckdisc vai ser tão cliente dela quanto as outras gravadoras e os artistas independentes. Há uma gama muito grande de independentes que tem essa demanda por vinil”, diz João Augusto.

Na era do MP3, disco de vinil recupera espaço entre os fãs de música

A data da conclusão da reforma, que começou em maio, depende de diversos fatores, mas a Polysom deve reabrir suas portas “ainda este ano, com certeza”. De acordo com o proprietário, a capacidade de produção será de 40 mil discos por mês. “Isso só no começo, depois pode aumentar. Acredito numa demanda alta porque já tem muitos interessados.”

Como não se fabrica mais maquinário para prensar discos de vinil, todo o equipamento da Polysom é reaproveitado. “Tudo está sendo recuperado, desde a mesa de corte até as prensas. A gente desmonta e troca várias peças, mas a carcaça é a mesma de décadas atrás.”

A Polysom vai vender o produto semi-acabado. Caberá às gravadoras colocar a capa, embalar e vender. O preço final também vai depender delas. “No que diz respeito ao custo de fabricação do vinil aqui, estou tentando fazer com que o preço seja duas vezes e meia menor do que lá fora”, diz João Augusto. “Vou conseguir fazer aqui um produto muito mais barato do que o que vem de fora. O problema do Brasil é que as taxas são muito altas.”

Nos Estados Unidos, as vendas de discos de vinil aumentaram 50% em relação ao ano passado, de acordo com dados divulgados pela Soundscan. Segundo a empresa, a estimativa é que sejam vendidos 2,8 milhões de LPs no país até o final do ano – esta é a marca mais alta desde que a Soundscan passou a acompanhar o setor, em 1991.

‘Da lama ao caos’ completa 15 anos e ganha reedição em vinil

A gravadora Sony acaba de lançar a série “Meu Primeiro Disco”, que traz de volta ao mercado álbuns históricos num formato de luxo em edição limitada. Cada exemplar contém o LP original com áudio remasterizado fabricado nos EUA e um CD.

A primeira edição do projeto reúne os trabalhos de estreia de Chico Science & Nação Zumbi, Vinícius Cantuária, Engenheiros do Hawaii, Inimigos do Rei e João Bosco. Serão 30 títulos ao todo, incluindo álbuns do Skank, Zé Ramalho, Sérgio Dias e Maria Bethânia. Cada disco custa em torno de R$ 150.

“‘Da lama ao caos’ é o primeiro e mais importante disco de nossa carreira”, diz Lúcio Maia, guitarrista da Nação Zumbi. “Ali estão as ideias de anos de expectativa por uma consolidação profissional. Tudo aconteceu da melhor maneira possível. Não imaginávamos que um dia o álbum seria tão importante para a música brasileira. Mudamos o conceito de ‘MPB é uma m…, o negócio é imitar gringo’”, reflete o músico, que só compra vinil.

“Não sei quantos LPs eu tenho, mas minha coleção tem de tudo. A maior parte de música brasileira, depois jazz, depois Jamaica, alguns de funk, outros de rock, vários do Fela Kuti, Hendrix, trilhas sonoras…”

Fonte: G1
http://discotecanacional.blogspot.com/2009/07/unica-fabrica-de-discos-de-vinil.html